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Grupo ZF destaca a inovação tecnológica como fator de crescimento em seu 9º Encontro de Fornecedores. Palestra especial destacou a necessidade de investimentos em inovação para “sobrevivência” no cenário econômico

O 9º Encontro de Fornecedores do Grupo ZF, realizado na tarde de quinta-feira (12/04) no Senac Santo Amaro de São Paulo (SP), reuniu cerca de 320 pessoas, entre presidentes, diretores e gerentes de empresas parceiras. Além de premiar os 10 players mais alinhados com seus princípios de inovação, tecnologia e sustentabilidade, a ZF aproveitou o momento para destacar a necessidade de todo o setor automotivo investir em pesquisa e desenvolvimento de produtos, e demonstrou quais são os caminhos possíveis para a conquista desse objetivo.

“A competitividade atual do nosso mercado determina a busca por inovação. E a inovação não é algo que você ‘compra’ em algum lugar. É preciso trabalhar por ela, criar uma cultura dentro da empresa e fomentar iniciativas. E destaquei aos nossos fornecedores que temos um canal direto, por meio da Câmara Brasil-Alemanha, de acelerar o processo de inovação em pequenas e médias empresas. Trabalhar por uma gestão da inovação tecnológica é um caminho sem volta para o fornecedor”, disse Wilson Bricio, presidente do Grupo ZF.

Carlos Thenorio, diretor de Gestão de Materiais do Grupo ZF, salientou como a inovação pode servir para o crescimento conjunto da empresa e fornecedores. “Quando recebemos um produto cada vez mais completo, reduzimos etapas e processos industriais, e consequentemente os custos, mas nunca sem perder a qualidade. Por isso, estamos desenvolvendo meios para nossos parceiros profissionalizarem sistemas de inovação. E, ainda em 2012, planejamos uma missão de fornecedores para a Alemanha com o objetivo de intercâmbio de tecnologia entre empresas brasileiras e alemãs”, enfatizou o executivo.

Antes da premiação, os executivos dos fornecedores assistiram à palestra “Inovação e Competitividade”, de João Fernando Gomes de Oliveira, diretor presidente do IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas). “A demanda por tecnologia no Brasil corre o risco de ser suprida não por empresas brasileiras, mas sim via importação. Por isso, o investimento em inovação deve estar na agenda do Brasil. E existem instrumentos públicos para captar recursos, como o BNDES e a Fapesp nas esferas federal e estadual, respectivamente, que alimentam financeiramente os projetos aprovados.

Fornecedores
Entre as empresas premiadas, a Tractebel Energia S.A. (que fornece serviços de energia ao Grupo ZF) venceu na categoria “Sustentabilidade” pela primeira vez. “Desde 1998, nosso foco foi trabalhar na sustentabilidade, e desde 2005 figuramos no Índice de Sustentabilidade da Bovespa. Nosso projeto vencedor – Coletores Solares – é uma ação em que aquecedores de água são feitos com garrafas pet e instalados em colégios, creches e centros comunitários de Santa Catarina”, explicou Gabriel Mann, gerente de Comercialização de Energia. “A aproximação com a ZF começou em 2010, e temos contrato até 2015 na planta de Araraquara. Nossos valores e princípios estão alinhados com os da ZF, e esse prêmio é um orgulho, pois prova que estamos atendendo bem”, avalio u Mann.

A GV Energy Associados, vencedora na categoria Não-Produtivos (serviços não relacionados à indústria) há dois anos cuida da gestão de consumo de energia das plantas da ZF em Sorocaba, Araraquara e São Bernardo do Campo. “Nosso trabalho é posicionar a ZF dentro do mercado com um custo competitivo, com segurança no abastecimento e uma gestão de risco muito forte. E conquistar este prêmio também prova que o foco do nosso trabalho está no caminho certo”, falou Emílio Lacerda, sócio diretor da GV Energy.

Na categoria Produtivos (produtos relacionados diretamente às operações industriais), a Zanaflex, que venceu pela terceira vez (e pelo segundo ano consecutivo) o prêmio no segmento de “Materiais de Fricção”, é um exemplo de como a inovação pode oferecer resultados. “Processamos 1.600 toneladas/mês de compostos (borrachas), e nossos produtos são exportados para todo o mundo. O investimento em tecnologia e pesquisa tem sido nosso diferencial, e já fornecemos nosso material até para revestir câmara de combustão de foguetes do CTA (Centro Técnico Aeroespacial), de São José dos Campos (SP)”, falou Jair Zanandrea, diretor comercial da Zanaflex.


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