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DEKRA lista mitos e verdades sobre conservação do veículo

É muito comum ouvir por aí conselhos que ditam as melhores maneiras de o motorista conservar e dirigir seu carro. Embreagem, motor, chuva, buracos, combustível, limpeza, bateria: afinal, como saber o que é verdade e o que é mentira entre os vários mitos que rondam o universo automotivo?

Para auxiliar o motorista com estes dilemas, Luis Carlos Neca, diretor de varejo da DEKRA – multinacional alemã líder em serviços para o mercado automotivo –, levantou alguns dos conselhos mais recorrentes do dia a dia para, de uma vez por todas, esclarecer como proceder nestas distintas situações.

1. Carros movidos à gasolina funcionam se abastecidos com álcool ou diesel.
Com álcool, verdade; com diesel, mito. No entanto, é preciso fazer algumas alterações para não prejudicar o motor.

2. Não se deve encher o tanque de combustível até a boca.
Verdade. Não é aconselhável, pois o excesso de combustível vai para o “cânister”, uma peça que é projetada apenas para receber os gases do tanque.

3. Lavar o motor pode trazer problemas ao seu desempenho.
Verdade, pois há grandes chances de estragar equipamentos elétricos e eletrônicos.

4. Antes de comprar um veículo usado, basta procurar um mecânico de confiança para avaliar o bem.
Mito. Hoje em dia, muitos itens se escondem por trás de uma boa aparência. O mecânico poderá dizer sobre o aspecto funcional do veículo, mas não saberá informar sobre seu histórico como, por exemplo, se há queixa de roubo ou furto em aberto; se ele já foi batido; se possui multas; se sua quilometragem é original; entre outros. O ideal é que uma empresa especializada faça uma avaliação detalhada do veículo. A DEKRA oferece esse serviço de auxilio na compra ou venda de um veículo em âmbito nacional.

5. Deve-se pisar na embreagem antes de ligar o motor.
Verdade. Apesar de os manuais não citarem, esse procedimento livra o motor do câmbio e deixa de sobrecarregá-lo.

6. É melhor passar com uma roda de cada vez sobre lombadas ou valetas.
Mito. Isso faz com que haja torção da carroceria, prejudicando o monobloco. Esta prática é uma das principais responsáveis por aqueles “barulhinhos” indesejados no veículo.

7. Não se deve descansar o pé sobre o pedal da embreagem e a mão sobre a alavanca do câmbio enquanto está dirigindo.
Verdade. Proceder deste modo causa desgaste prematuro do sistema e das engrenagens.

8. Hoje é obrigatório fazer a vistoria de transferência de proprietário.
Verdade. Em alguns estados do Brasil o Detran exige esta vistoria. O ideal é verificar direto com o órgão de cada região se a regra é válida na cidade de interesse. Algumas empresas, como a DEKRA, possuem redes licenciadas para realizar este tipo de serviço, porém alguns estados exigem que ele seja feito pelo próprio Detran.

9. O ideal é acionar a embreagem ao passar por um buraco.
Verdade. Ao acionar a embreagem em situações como esta, o motorista livra o câmbio, o que diminui o risco de dano às peças. O correto é frear o máximo possível e soltar o carro ao chegar próximo ao buraco, evitando avarias no freio também.

10. Descer uma ladeira com o carro desengatado economiza combustível.
Mito. Isso ainda é perigoso, pois o carro perde aderência.

11. A remarcação do chassi deprecia o veículo.
Verdade, a desvalorização do bem pode ser de até 30%. Na maioria dos casos, o chassi oxidado pode ser recuperado com um processo de revitalização, evitando assim a sua desvalorização.

12. É confiável comprar veículos usados pela internet, pois há a foto do bem comprovando seu estado.
Mito. A foto de um veículo em bom estado pode ocultar armadilhas “invisíveis”, por isso é importante levantar informações sobre o carro de interesse antes de efetuar a compra.

A Checkauto disponibiliza uma consulta online que traz mais de 40 informações sobre o histórico do veículo, como adulteração de quilometragem; multas e débitos em aberto; histórico de acidentes; entre outras. Com elas em mãos, a negociação fica muito mais segura, o que evita grandes prejuízos.

“Ficar atento a estes detalhes pode fazer uma grande diferença na conservação e segurança do veículo, aumentando sua a vida útil. Porque são situações como estas, simples e corriqueiras, que mais trazem desgaste às peças e componentes do automóvel”, conclui o especialista.


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