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Monroe revela passo-a-passo da troca segura de amortecedores. Procedimentos específicos garantem o máximo de desempenho da peça

O amortecedor é um dos principais componentes da suspensão, e da segurança automotiva, garantindo conforto e dirigibilidade ao veículo, por isso é fundamental a revisão periódica e a troca, quando a peça estiver desgastada. Apesar de sua importância, muitos reparadores têm dúvidas ao realizar o procedimento de substituição. Pensando nisso, a Monroe, líder mundial em desenvolvimento e fabricação de amortecedores, revela os principais pontos para uma troca correta do amortecedor.

Passo 1 – Conferência da aplicação
O aplicador deve conferir se o amortecedor montado é o indicado pela Monroe para o determinado tipo de veículo. Pois, cada amortecedor é desenvolvido mediante as características do carro e sua suspensão.

Passo 2 – Escorvar o amortecedor
No procedimento conhecido como sangria ou escorvamento (imagem ao lado), elimina-se o ar ou gás de dentro do tubo interno, proporcionando o preenchimento total dele com o fluído. O escorvamento garantirá o máximo de desempenho da peça já nos primeiros momentos de uso.

Passo 3 – Verificar componentes de suspensão
Quando é feita a troca dos amortecedores é recomendado fazer também a substituição das molas e do kit (batente, coifa e coxim), pois são componentes que trabalham juntos e que podem interferir na vida útil do amortecedor.

Passo 4 – Montar o conjunto do amortecedor
Ao montar o conjunto do amortecedor, o reparador deve obedecer a sequência exata das peças e o posicionamento correto delas, quando houver. As ferramentas especiais, desenvolvidas especificamente para essa montagem, evitam marcas e deformações nos componentes.

Erros comuns
De acordo como o coordenador de Treinamento da Monroe, Juliano Caretta, o aperto final das peças da suspensão com o veículo levantado no elevador, a aplicação de uma peça não compatível com o veículo e a utilização de ferramenta pneumática são os principais erros cometidos pelos aplicadores. No último caso, por exemplo, o uso da parafusadeira pneumática pode causar danos em alguns componentes do amortecedor, como haste, retentor e válvula do pistão. Muitas vezes a velocidade e o torque de aperto prejudicam essas peças durante o movimento giratório.

“São erros bastante comuns que podem gerar o posicionamento incorreto das peças e até danificação de alguns componentes, excluindo a garantia de uma ação eficiente do amortecedor após o procedimento”, explica Caretta.

Motoristas
O consumidor final deve sempre procurar uma loja credenciada Monroe, que tenha profissionais capacitados e que garantam o manuseio correto dos amortecedores. O cliente também precisa ficar atento aos procedimentos e instrumentos usados durante a troca. Ferramentas como a marreta ou martelo, alicate de pressão, talhadeira, e similares, dependendo da situação, podem evidenciar uma instalação inadequada.

Após a montagem, é importante exigir a nota fiscal de venda e os certificados de garantia dos amortecedores devidamente preenchidos para garantir a procedência das peças. Em casos de dúvidas para revisão ou troca, o serviço de atendimento ao cliente da Monroe – 0800 166004 – indica as revendas credenciadas ao consumidor final, assegurando a qualidade do atendimento.


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