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Direção segura e sua ligação com a vida útil do pneu. Fabricante Bridgestone dá dicas de como dirigir com cuidado ajuda a preservar o pneu

Dirigir com cuidado, além de prevenir acidentes, ajuda a manter o carro em boas condições de uso e, consequentemente, o motorista a ter mais economia com a manutenção do veículo. A Bridgestone – maior fabricante mundial de pneus – ensina ainda que, evitar a direção agressiva, com freadas fortes e mudanças bruscas de direção, também interfere na vida útil do pneu.

Essa dica faz parte dos “10 mandamentos para o uso inteligente do pneu”, informações criadas pela companhia para auxiliar seus consumidores a conservar melhor os pneus.

Como o pneu é o principal elo entre o automóvel e a pista e um importante item de segurança é preciso ter um cuidado especial enquanto dirige para que não interfira no funcionamento adequado do produto.

Nunca ignore a existência de lombadas, buracos e imperfeições de piso. Se não puder evitar o buraco, ande em baixa velocidade. O mesmo acontece com as lombadas ou quebra-molas. É importante frear antes de cruzar o obstáculo. Passar pela lombada diagonalmente também não é recomendado, pois provoca uma força exagerada em um dos lados, gerando uma torção da carroceria.

Outro ponto que merece atenção é o momento da frenagem. As freadas bruscas devem ser evitadas, pois elas desgastam os pneus, os freios, o motor e a embreagem. Cantar pneus nas arrancadas também provoca desgaste nos pneus.

Se precisar conduzir em uma situação de chuva, esteja atento às condições dos pneus e tome cuidado redobrado. Não dirija em alta velocidade e procure não frear bruscamente. Se os pneus estiverem em más condições, com os sulcos abaixo da profundidade adequada (1,6 mm de profundidade), a água não irá escoar quando entrar em contato com a banda de rodagem e o veículo perderá a aderência, o que causa a famosa e perigosa “aquaplanagem”.

Conheça os dez mandamentos para o uso inteligente do pneu:

1. Calibrar os pneus semanalmente de acordo com a indicação do manual do fabricante do veículo;

2. Fazer o rodízio de pneus. Veículos com pneus radiais a cada oito mil quilômetros rodados e veículos com pneus diagonais a cada cinco mil quilômetros;

3. Evitar sobrecarga no veículo. Excesso de peso compromete a estrutura do pneu e aumenta o risco de danos ou de alterações estruturais importantes;

4. Fazer a manutenção preventiva de todo o veículo. Amortecedores, molas, freios, rolamentos, eixos e rodas atuam diretamente sobre os pneus;

5. Utilizar as medidas de pneus e rodas indicadas pelo fabricante do veículo. As partes do carro foram projetadas para interagirem de forma equilibrada. A utilização de pneus e rodas diferentes altera este equilíbrio;

6. Alinhar a suspensão e balancear os pneus sempre que o veículo sofrer impactos fortes, na troca de pneus, quando os pneus apresentarem desgastes irregulares, ao serem substituídos componentes da suspensão, quando o veículo estiver “puxando” para um lado ou a cada dez mil quilômetros;

7. Utilizar o pneu indicado para cada tipo de solo. Rodar na cidade com um pneu destinado ao uso em terra (fora de estrada) provocará perdas no consumo de combustível, na estabilidade e na durabilidade das peças do veículo;

8. Observar periodicamente o indicador de desgaste da rodagem (TWI). Este indicador, existente em todo pneu, mostra o momento certo para se efetuar a troca, reduzindo o risco de rodar com o pneu careca. O limite de profundidade do sulco do pneu é de 1,6 milímetro;

9. Não permitir o contato do pneu com derivados de petróleo ou solventes. Estes produtos atacam a borracha fazendo com que ela perca suas propriedades físico-químicas e mecânicas;

10. Evitar a direção agressiva, com freadas fortes e mudanças bruscas de direção. Nunca ignore a existência de lombadas, buracos e imperfeições de piso.


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