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Umicore desenvolve catalisador de contrapressão para aumentar eficiência de motores. Tecnologia beneficia montadoras de veículos por atender aos novos níveis de emissões da norma Proconve P6 e ainda contribuir para redução do consumo de combustíveis

Montadoras de veículos com produção no Brasil já podem contar com um importante aliado para alcançar os níveis de eficiência exigidos pelo Inovar-Auto. A Umicore, principal fabricante mundial de catalisadores automotivos do País, desenvolveu a tecnologia baseada em um novo tipo de revestimento catalítico que permite uma menor contrapressão no sistema de exaustão dos veículos, levando o motor a uma melhor eficiência e menor consumo de combustível.

A nova tecnologia incrementa os ganhos já obtidos com a função básica do catalisador, que é converter gases nocivos – monóxido de carbono, hidrocarbonetos não queimados e óxidos de nitrogênio – em gases inofensivos. A nova tecnologia de catalisadores com contrapressão reduzida possibilita que a redução do consumo seja potencializada com uma calibração adequada.

“A economia é ainda mais perceptível nos veículos em que o propulsor trabalha durante a maior parte do tempo com alta carga, como os motores de menor cilindrada, por exemplo, os de 1.0 litro. A redução da contrapressão na exaustão gera benefícios no desempenho do motor em condições de média para alta temperatura”, explica Miguel Zoca, gerente de Aplicação do Produto da Umicore Brasil.

O catalisador de menor contrapressão foi desenvolvido no Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Catalisadores Automotivos da Umicore nos Estados Unidos, por meio de testes com materiais mais ativos na estocagem de oxigênio e mais estáveis termicamente. Com o desenvolvimento, a arquitetura do revestimento catalítico foi potencializada, possibilitando a concepção de catalisadores mais ativos e de menor contrapressão que os produzidos até o momento.

“Além de atender aos parâmetros de emissões estabelecidos pela norma Proconve P6 para veículos de passeio, a nova tecnologia contribuirá com as montadoras especialmente na produção dos modelos de entrada. Para maximizar os benefícios desse tipo de revestimento catalítico, o ideal é conciliá-lo com um sistema de injeção calibrado para trabalhar com a nova tecnologia”, conclui Miguel Zoca.


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