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Mustang e KA Concept usam sensibilidade feminina na sua criação

A Ford aproveitou o Dia Internacional da Mulher, 8 de março, para destacar mulheres que desempenham um papel importante na criação de seus veículos. Seja no novo Mustang, que está comemorando 50 anos de história, ou no Ka Concept, futuro compacto global que tem o seu projeto liderado pelo Brasil, a visão feminina é considerada fundamental no desenvolvimento de um veículo criado para atender os mais variados perfis de compradores.

Mundialmente, quando se pensa no Mustang, logo vêm à mente qualidades como esportividade e masculinidade. Mas algumas das pessoas chaves na concepção do Mustang nos últimos 50 anos tem sido mulheres. A Ford Motor Company tem na sua história o fato de que a primeira pessoa a comprar um Mustang foi uma mulher. Em 1964, uma professora de Chicago, Gail Brown, fez história ao se tornar a primeira proprietária do modelo na América.

Várias mulheres também tiveram papel chave no desenvolvimento do novo Mustang. Atualmente, Marcy Fisher é a diretora da linha Mustang nos Estados Unidos e supervisiona todos os detalhes do veículo, desde o planejamento do processo até a sua chegada aos distribuidores. Ela trabalha na Ford desde 1986, como engenheira, e também dirige as linhas Explorer, Taurus, Police Interceptor, Flex e Escape. Entre outras funções, foi diretora de projetos de engenharia e por duas vezes foi incluída na lista das 100 Mulheres Líderes da Indústria Automotiva da Automotive News.

Já Michele Lubin Henney, supervisora de integração veicular, é responsável pela integração de vários atributos do Mustang – o seu som, a sensação que transmite ao dirigir, economia de combustível e conforto dos passageiros, entre outros. “Como mulher, posso oferecer uma perspectiva diferente dos outros engenheiros”, diz.

Susan Lampinen, designer de cores e materiais, coordenou na última década o processo de seleção das cores do Mustang, que sempre ofereceu uma ampla variedade de tons, pacotes e edições especiais de personalização. Por sua vez, Melanie Banker, gerente de marketing nos Estados Unidos, tem a função de levar o carro para os consumidores no mercado e monitorar o seu desempenho.

“Homens e mulheres usam os carros de forma diferente, por isso o trabalho de pesquisa e desenvolvimento é importante”, explica Melanie. “Todo mundo ama o Mustang, por isso precisamos ter todos os consumidores em mente quando tomamos decisões sobre o produto.”

Projeto global

No Brasil, a designer Luciana Bullentini é um exemplo da participação das mulheres nos processo de criação de um automóvel. Ela, que trabalhava com a criação de roupas e acessórios, está na Ford há 7 anos na área de Cor e Acabamento. Luciana participa ativamente em vários projetos e, atualmente, trabalha no desenvolvimento do interior do Ka Concept.

“Tanto na moda como na indústria automobilística, o primeiro passo na criação de um produto é um estudo para saber com o que o seu público se identifica”, diz Luciana. “As referências e fontes são as mesmas, só que a área automotiva é mais exigente porque o carro é um bem durável, não é feito apenas para uma estação.”

Quando se trata de um produto global, a variedade de público considerado nesse estudo é multicultural. “O Ka Concept, por exemplo, é um carro inteligente e moderno e para traduzir essa tendência usamos vários elementos, como tecidos, padrões e texturas. A análise do público, homens e mulheres de diversos países, traz elementos para aumentar a funcionalidade no dia a dia e, ao mesmo tempo, criar detalhes de acabamento para transmitir conforto e níveis de sofisticação. É gratificante participar desse projeto que permite pensar como o consumidor”, resume.


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