Publicidade

‘E os taxistas?’ Por Luiz Vicente Figueira de Mello

Toda mudança que impacta na mobilidade, sem ao menos serem ouvidas as partes interessadas, cria-se descontentamento, insatisfação e aborrecimentos, como por exemplo, a proibição da utilização dos corredores de ônibus, pelos taxistas, nos horários de pico. Essa insatisfação envolve o sindicato dos taxistas e os passageiros que utilizam desse serviço.

A melhora na velocidade dos ônibus é pontual e não elimina os gargalos do início e fim dos corredores, como já acontece nas faixas exclusivas. Portanto, não é a proibição da utilização dos táxis que resolverá o equilíbrio nas linhas de ônibus, afirma o professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Luiz Vicente Figueira de Mello.

Segundo o especialista, “a falta desta avaliação causa movimentos da sociedade sem precedentes, que infelizmente, deixa os usuários no meio do fogo cruzado procurando uma nova alternativa”.

Fica aqui a sugestão de termos os táxis compartilhados (assim como a carona compartilhada), que otimiza este meio e flexibiliza uma alternativa na volta da utilização dos corredores em horários de pico.

Luiz Vicente Figueira de Mello é professor de engenharia automotiva, especialista em mobilidade urbana, da Universidade Presbiteriana Mackenzie, e está disponível para entrevistas.


Publicidade


Leia Também:
Anterior:

Próxima:

Publicidade