Publicidade

Pilotos ‘da casa’, Cesquim e Bueno têm expectativa especial para etapa de Curitiba. Jansen Bueno valoriza objetivo do primeiro pódio na Fórmula Truck. Para Marcello Cesquim, foco está na continuidade da adaptação

A volta da Fórmula Truck ao Autódromo Internacional de Curitiba para a segunda etapa do Campeonato Brasileiro de 2014 eleva, de forma particular, a expectativa de dois dos 27 pilotos que vão disputar o GP Crystal no domingo (13). Jansen Bueno, da equipe Muffatão, e Marcello Cesquim, da ABF Racing Team, serão os representantes da região metropolitana da capital paranaense na prova, que terá seus primeiros treinos livres na sexta-feira (11).

Os dois são os mais jovens pilotos do grid da Fórmula Truck. Cesquim vai completar 24 anos no próximo dia 28; dois dias depois, Bueno vai atingir a mesma idade. “Quase perdi o título de mais novo da categoria para o Marcello”, brinca o curitibano da Muffatão, que cumpriu sua primeira temporada em 2013 com um caminhão Volvo. Neste ano ele compete com um Scania, com o qual teve sua primeira participação na etapa de março em Caruaru (PE).

Apesar de não ter conquistado pontos na etapa pernambucana, Bueno atestou o bom rendimento de seu novo caminhão. “Nosso acerto de motor ficou ótimo, fui o mais rápido de todos nos trechos de reta no treino classificatório e na corrida”, frisa. “Tivemos dificuldades com a parte de suspensão em Caruaru, isso prejudicou um pouco o ritmo. Trabalhamos muito nisso depois da etapa, para sanar o problema, tudo indica que isso já esteja resolvido”, diz.

No GP Crystal, Cesquim fará sua segunda participação na Truck. Na estreia, em Caruaru, conquistou o nono lugar no grid, perdeu posições na largada e, em corrida de recuperação, levou o Mercedes-Benz da ABF Racing Team à oitava posição. “Estou em fase de adaptação, meu foco é esse. Gostei muito do fim de semana em Caruaru, de andar no caminhão, fui rápido, mas ainda tenho muita coisa para aprender sobre o Fórmula Truck”, pondera.

Cesquim é piloto de São José dos Pinhais, cidade vizinha a Pinhais – onde está localizado o Autódromo Internacional de Curitiba. “Essa é a pista em que eu disputei maior parte das corridas da minha carreira antes de chegar à Fórmula Truck. É corrida em casa, e isso automaticamente aumenta a torcida, tem mais gente que vai lá para me ver e torcer por mim”, observa o piloto, que fez um treino com o Mercedes-Benz em Londrina (PR) há duas semanas.

Se o objetivo de Cesquim é dar sequência à sua adaptação, Bueno nutre planos mais ousados. “Meu objetivo é o primeiro pódio, não sossego enquanto não conseguir”, diz. “Correr lá mexe um pouco com a gente, claro, é um clima mais familiar, com muitos parentes, muitos conhecidos na pista. Sempre vem uma cobrançazinha mais forte, uma pressãozinha, mas eu procuro reverter isso para o lado positivo, como um combustível a mais”, manifesta o curitibano.

Outro piloto que tem ligação forte com Curitiba é Wellington Cirino, da ABF-Santos Desenvolvimento. Natural de Francisco Beltrão, cidade localizada na região Sudoeste do Paraná, o tetracampeão brasileiro da categoria mora há vários anos na capital paranaense. Foi na pista de Pinhais que Cirino obteve, em 2001, sua primeira vitória e seu primeiro título na categoria. Ele ganhou a corrida em três edições – as duas de 2001 e a de 2009.


Publicidade


Leia Também:
Anterior:

Próxima:

Publicidade