Publicidade

Vale a pena comprar um carro novo agora?

Em um cenário de taxas de juros e inflação em alta, realizar o sonho de ter um automóvel pode facilmente virar um pesadelo. De acordo com o diretor de Marketing e Relacionamento da Sorocred, Wilson Justo, quem pretende financiar um carro precisa estar preparado para pesquisar e negociar bastante para ter mais vantagens no final do acordo. “Essa modalidade pode ser atrativa para todos os consumidores. No entanto, vale sempre lembrar que a somatória de todas as parcelas que você tem, não deve ultrapassar 30% do salário. Muita gente não se dá conta de que juros zero não existem e acaba pagando qualquer taxa sem antes ter negociado. Por isso, é preciso pesquisar bastante e poupar antes de decidir pela aquisição ajuda a dar um valor razoável de entrada”, explica.

Optar por um seminovo também pode ser uma boa saída em detrimento ao zero quilômetro. Apesar do cenário econômico instável, o mercado de carros seminovos registrou crescimento de 33,1% nas vendas de janeiro a maio, frente ao mesmo período de 2014. “Neste contexto, enquanto muitos bancos estão reduzindo a oferta de linhas de crédito, a Sorocred continua a oferecer condições especiais e competitivas para o consumidor”, afirma Justo.

Ao escolher o modelo de financiamento, também é preciso também estar atento a outros detalhes importantes, como:

– Prazo: o número de prestações deve ser o menor possível;

– Valor: é aconselhável financiar o menor valor que puder e utilizar o carro usado como parte do pagamento. Vale também aproveitar remunerações extras como bônus, participação nos lucros ou antecipação do 13º salário para aumentar o valor que será dado como entrada;

– Tarifas: todas as taxas e comissões devem ser demonstradas claramente. Os juros são frequentemente calculados sem tarifas de cadastro (proibidas por lei, mas ainda são cobradas se o consumidor não questionar);

– Documentação: também é aconselhável reservar uma quantia para despesas extras do carro novo, como, por exemplo, documentação, IPVA e valor do seguro;

– Emoção: levar filhos ou amigos para comprar pode não ser uma boa pedida. Na maioria das vezes, a pessoa termina sendo influenciado emocionalmente e age por impulso.


Publicidade


Leia Também:
Anterior:

Próxima:

Publicidade