Publicidade

Santos Brasil reforça compromisso com a competitividade de seus clientes por meio de eficiência operacional, desempenho ambiental e redução de custos

Líder e referência no mercado brasileiro de operação portuária de contêineres, a Santos Brasil mostra que é possível atingir altos níveis de excelência operacional com ganhos ambientais e a baixo custo. Juntos, os três conceitos fazem parte da estratégia da empresa para continuar entregando competitividade a seus clientes. “Nossos clientes estão pressionados a atingir melhores resultados a baixo custo e entendemos que isso pode ser feito por meio de excelência operacional e com consequente desempenho ambiental”, destaca Antonio Carlos Sepúlveda, diretor-presidente da Santos Brasil.

Os dados recém-divulgados no relatório anual de sustentabilidade da Companhia mostram que eliminar movimentos desnecessários e reduzir o consumo de combustível ou energia elétrica a cada contêiner movimentado trazem ganhos operacionais e também ao meio ambiente. Enquanto ao longo de 2015, a Santos Brasil manteve sua produtividade média acima dos 110 MPH no Tecon Santos, a empresa fechou o período com uma redução de 10% nas emissões de CO² por TEU movimentado em sua principal operação. O consumo médio de litros por contêiner movimentado caiu 14% de 2014 para 2015, reduzindo os custos por movimentação e promovendo a melhora na ecoeficiência da operação.

Os esforços de redução de emissões atendem ao chamado do planeta e de toda a cadeia logística. “Apesar de representarem menos de 1% das emissões de CO² na cadeia de transporte marítimo, os terminais precisam fazer a sua parte. E isso não significa aumentar custo, pelo contrário. A redução do consumo de energia e combustível por unidade movimentada também possibilita atingir a excelência no desempenho operacional e traz ganhos reais para o meio ambiente, para a Companhia e para seus clientes”, reforça Sepúlveda.

No principal projeto da empresa – a ampliação e modernização do Tecon Santos, aprovada em outubro último pela Secretaria de Portos (SEP) -, o conceito de terminal verde será levado em consideração desde os cuidados com as obras civis até a aquisição de equipamentos elétricos e menos poluentes.

O compromisso da empresa com a redução de emissões de CO² ao meio ambiente foi formalmente estabelecido em 2012, quando a Companhia definiu sua estratégia de Sustentabilidade. Desde então, diversas iniciativas foram realizadas. Dentre elas, pode-se destacar o Programa Frota Verde, que, desde 2014, registra redução da emissão de gases de efeito estufa de aproximadamente 11% por Km rodado. A companhia conta ainda com uma eficiente gestão de resíduos e investe continuamente em melhoria de processos.

Frota Verde

O Programa Frota Verde vem diminuindo a emissão de gases de efeito estufa no meio ambiente. Desde o final de 2014, a redução relativa (por quilômetro rodado dos veículos) foi de aproximadamente 11%.

Nos últimos três anos, a Santos Brasil investiu R$ 21 milhões na modernização de sua frota, composta por 143 caminhões e 228 reboques, priorizando veículos mais eficientes, tanto operacional, quanto ambientalmente. O processo denominado “Compra Verde”, para aquisição de novos caminhões, prima pelos modelos dotados do sistema de pós-tratamento de
gases com Redução Catalítica Seletiva (SCR), que segue normas do Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente).

Atualmente, 90% da frota de caminhões usa o diesel S-10, que emite menos enxofre na atmosfera. Mais de 70% dos veículos da frota já atendem à norma Euro 5, que determina a redução de emissões de veículos a diesel.

Além disso, a Santos Brasil incentiva os motoristas de sua frota própria a serem corresponsáveis pelo uso do combustível e pela diminuição da emissão de poluentes. Este controle ocorre mensalmente, por meio de monitoramento e divulgação da média de consumo de combustível de cada motorista.

A iniciativa, conhecida internamente como “Motorista Sustentável”, reconhece os funcionários mais eficientes neste aspecto com uma bonificação financeira. A média de Km rodado por litro vem melhorando mês a mês. “No início do último semestre de 2015, por exemplo, foram 2,61 Km rodados a cada litro abastecido, contra 2,43 Km em janeiro, o que representa um ganho de eficiência de cerca de 7%”, explica a gerente executiva de Comunicação & Inteligência Competitiva da Santos Brasil, Raquel Ogando. “O desafio é fazer com que a gestão sustentável se traduza nas práticas do dia a dia.”

Lavagem a seco

Preocupada com a crise hídrica, a companhia decidiu adotar, há pouco mais de um ano, a lavagem a seco de seus veículos. Neste sistema, a água é substituída por produtos biodegradáveis, que não agridem o meio ambiente. Uma equipe de cinco pessoas consegue lavar de sete a oito veículos por dia. Além dos ganhos para o meio ambiente com a economia de água, a lavagem a seco proporcionou a redução das emissões de gases poluentes.

Quando eram lavados com o método convencional, os caminhões precisavam ser deslocados até um estabelecimento credenciado, externo aos terminais. Agora, é possível lavá-los dentro das unidades logísticas da Santos Brasil, reduzindo, assim, o tráfego destes veículos nas rodovias da Baixada Santista. Também com a lavagem a seco, os caminhões são limpos em cerca de uma hora e ficam à disposição para ser operados mais rapidamente.

A iniciativa permitiu até o momento uma economia de 2,8 milhões de litros de água, o suficiente para abastecer uma família de quatro pessoas por mais de dez anos. Este resultado representa 13% de toda a água consumida no ano passado pelas unidades de logística da Santos Brasil.

Energia

Em 2015, o consumo de energia totalizou 38.622,09 MWh, ou seja, 12,86% menos que em 2014. Uma das iniciativas que trouxe eficiência energética para a Companhia foi a troca de iluminação pela tecnologia LED, que reduz em até 64,3% as emissões de CO² em relação às lâmpadas comuns. O objetivo é que todas as áreas administrativas e oficinas tenham a iluminação substituída por LED até o final de 2016.

Efluentes e resíduos

A redução de efluentes e resíduos foi de 20,69% na comparação de janeiro a novembro de 2014 e o mesmo período de 2015 em todas as unidades. O Tecon Santos gerou no ano 52.482 m3 de efluentes sanitários, tratados em Estação de Tratamento (ETE) própria antes do descarte. Já os efluentes oleosos do terminal recebem tratamento em estação físico-química, também própria, com capacidade diária de 41,3 m3.

Em 2015, a geração de resíduos foi 43,69% menor na comparação com o volume do ano anterior. Foram geradas 294,77 toneladas de resíduos perigosos e 1.696,86 toneladas de resíduos não perigosos. Desse total, 922,57 toneladas foram destinadas à reciclagem e 259,26 toneladas, recuperadas.


Publicidade


Leia Também:
Anterior:

Próxima:

Publicidade