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‘Excelência logística mantém a indústria de saúde à frente das exigências de controle de temperatura’ – Por Camila Menezes e Fabiana Sanchez

No mercado de saúde, os componentes mais eficazes podem também estar entre os mais sensíveis a mudanças de temperatura. Consequentemente, eles exigem controles consistentes de temperatura desde a produção até a entrega ao paciente final. Falhas para manter as condições apropriadas em qualquer ponto da cadeia de suprimentos podem impactar na eficácia do medicamento, resultar em perdas de remessas e colocar pacientes em risco.

Como esperado, os gastos com a logística de cadeia fria estão subindo. O tamanho total do mercado de serviços de logística de cadeia fria deverá aumentar de US$ 8,5 bilhões para cerca de US$ 13,4 bilhões em 2020, de acordo com o relatório do IMARC Group “Global Healthcare Cold Chain Logistics Market Report & Forecast (2016-2020)”.

À medida que aumenta a necessidade pelo controle de temperaturas, aumenta também a distância que estes produtos percorrem conforme se deslocam através da cadeia de suprimentos para o mercado. Isso acrescenta risco de rupturas provenientes de eventos como desastres naturais e atrasos nos transportes.

Além disso, fabricantes estão voltando seus esforços de pesquisa e desenvolvimento para terapias mais direcionadas, tratamentos personalizados para doenças raras e usos terapêuticos, o que significa que seus produtos agora contêm ingredientes ativos de maior valor, com vida útil mais curta e rigorosos requisitos de temperatura. Ao mesmo tempo, os mercados para esses medicamentos estão se expandindo geograficamente, aumentando a necessidade de conformidade em países com requisitos variados. Como esses medicamentos viajam por fronteiras internacionais, eles devem permanecer conformes, independentemente das ocorrências de natureza disruptiva que possam acontecer.

Uma nova legislação da União Europeia prevê que os distribuidores são obrigados a “manter a qualidade do produto, protegê-lo contra desvios, adulteração e roubo e a assegurar que condições ambientais adequadas são mantidas durante o transporte”. Para muitos medicamentos, isto significa permanecer abaixo de 25ºC, enquanto outros requerem transporte de 2 a 8ºC.

A boa notícia é que os governos estão trabalhando para tornar suas leis mais consistentes. Revisões recentes nas diretrizes de diversos países convergem para as mesmas questões, incluindo acordos de qualidade, contratos, integridade da cadeia de suprimentos e gerenciamento de temperatura.

Não importa qual o conjunto de regulamentos aplicáveis, as indústrias farmacêuticas dependem fortemente de seus parceiros logísticos para garantir que seus produtos continuem em conformidade uma vez que deixam as portas de suas docas. De fato, em alguns casos, os fabricantes dependem dessas parcerias para manterem-se à frente da legislação em seus respectivos países de operação. Esses requisitos agregam novas camadas de complexidade às já sofisticadas operações de cadeia de suprimentos. Deste modo, empresas de logística terceirizadas (3PLs) estão desempenhando um papel fundamental para ajudar as indústrias farmacêuticas a implementar, monitorar e reportar sua conformidade com os Text Box: Figura 1 – Uma operação de cadeia fria em um armazém da DHL Supply Chain regulamentos de garantia de controle de temperatura.

Superando os desafios de temperatura
Um exemplo dessa relação benéfica pode ser encontrado no Brasil, onde a distribuição é fortemente afetada por altas temperaturas. Fornecedora de soluções logísticas, a DHL Supply Chain tem uma divisão global inteiramente dedicada ao setor da saúde e lida com um grande volume de embarques de medicamentos e dispositivos médicos no Brasil.

A DHL Supply Chain estabeleceu um time de Validação e Qualidade dedicado para as operações de Life Sciences & Healthcare do Brasil, que é responsável pela manipulação de sistemas validados de monitoramento de temperatura, equipamentos e veículos qualificados. O time também tem a capacidade e conhecimento para apoiar as indústrias farmacêuticas na avaliação das alternativas de transporte com a melhor relação custo-benefício, promovendo estudos de rotas e design de embalagens, baseados em testes em câmaras climáticas e simulações em campo.

Ao colaborar com os clientes em perfis de pedidos e agendamentos, incluindo a consolidação de remessas e a definição de dias de entrega dedicados, a DHL Supply Chain é capaz de gerir a transição da cadeia fria passiva para a ativa, trabalhando com caminhões refrigerados para fornecer visibilidade total da temperatura do produto. Com esta solução, o produto pode ser separado diretamente do estoque, carregado em um caminhão refrigerado e enviado ao destinatário com consistência completa da temperatura do produto ao longo do processo. Como resultado, a conformidade regulatória é simplificada, algumas atividades são eliminadas (Ex: compra de insumos consumíveis, processos de embalagem e manutenção dos equipamentos para armazenamento de gelo em espuma ou em gel) e a pegada de carbono é reduzida. &nbs p;

Através desta parceria, os clientes se beneficiam da profunda experiência e elevada eficiência da DHL Supply Chain para manterem-se à frente dos próximos requisitos regulamentares e assegurar a qualidade de seus produtos.

Pacientes contam com produtos farmacêuticos poderosos, muitas vezes sensíveis à temperatura, para recuperar uma boa saúde. Ao trabalhar com um parceiro de cadeia de suprimentos para criar soluções inovadoras, as indústrias farmacêuticas podem entregar esses medicamentos com segurança nas mãos dos pacientes.

Camila Menezes e Fabiana Sanchez integram a equipe de Life Sciense da DHL Supply Chain no Brasil


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