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CESVI BRASIL e MAPFRE Saúde alertam: buzinar sem parar rende multas e possíveis riscos à audição

É nos congestionamentos dos grandes centros e corredores das avenidas que ouvem-se as buzinas. Por vezes, são tantas que até parecem uma grande sinfonia. Geralmente, aparecem através das motos que cortam o trânsito, no veículo que apressa o carro da frente, em alertas aos pedestres e até para expressar o estresse de motoristas enfezados. Por isso, o CESVI BRASIL, Centro de Experimentação e Segurança Viária da MAPFRE, alerta sobre o que não pode ser feito no trânsito quando o assunto é buzina.

De acordo com o coordenador técnico do CESVI BRASIL, Alessandro Rubio, o uso indevido da buzina pode render 3 pontos na CNH e R$ 88,38 revertidos em uma infração leve. “No trânsito, é importante que o condutor seja prudente e dê um simples toque como advertência ao pedestre ou outros motoristas com o objetivo de evitar acidente. Outra dica é evitar toques mais longos na buzina, uma vez que o som pode assustar o outro motorista e causar algum acidente, além de ser proibido”, comenta.

O especialista também ressalta que as buzinas personalizadas podem perder a sua efetividade em determinado momento, uma vez que ela não exerce a sua finalidade de chamar a atenção de pedestres e de outros condutores. “Apesar de serem diferentes e até engraçadas, as buzinas que fogem do convencional podem não funcionar, o que é um risco ao condutor e para quem estiver em volta. Além disso, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) não permite que a buzina reproduza sons contínuos ou intermitentes, ou seja, caso o agente de trânsito identifique que uma buzina musical tem o som contínuo, o motorista poderá ser multado”, finaliza.

Confira o Trecho do CTB:

Art. 227. Usar buzina:

I – em situação que não a de simples toque breve como advertência ao pedestre ou a condutores de outros veículos;

II – prolongada e sucessivamente a qualquer pretexto;

III – entre as vinte e duas e as seis horas;

IV – em locais e horários proibidos pela sinalização;

V – em desacordo com os padrões e frequências estabelecidas pelo CONTRAN:

Infração – leve;

Penalidade – multa.

Menos buzina e mais saúde

Além dos riscos no trânsito, o uso excessivo da buzina, com o tempo, pode acarretar problemas auditivos e o aumento do nível de estresse. Essa percepção fica mais evidente sempre que alguém aciona uma buzina e todos os motoristas, como se fossem ativados pelo sistema nervoso, começam a buzinar sem parar.

É pensando em amenizar esses problemas que o diretor da MAPFRE Saúde, Claudio Tafla, alerta para que os motoristas fiquem atentos a qualquer sintoma nos ouvidos. “Devemos sempre ter uma ação preventiva em relação à saúde. O transito, que é um local estressante e que pode causar problemas a todos os órgãos do corpo, tem na poluição sonora um dos principais causadores de lesões aos ouvidos, principalmente quando os barulhos e ruídos são altos e constantes, como o de motores, gritos, música alta e muitos outros. Tomar cuidados com fones de ouvido, também é um cuidado preventivo”, comenta.

Confira algumas dicas do especialista para diminuir os efeitos danosos do som alto à saúde:

· Evite ambientes de muito barulho e com o som alto;

· Use o volume moderadamente na utilização do fone de ouvido;

· Diminua o volume do rádio e da TV sempre que o ambiente estiver calmo e tranquilo;

· Problemas como colesterol alto, diabetes e pressão alta podem acelerar o processo de perda auditiva, uma vez que as três doenças diminuem a circulação do sangue no único vaso do ouvido. Fique atento;

· É importante manter todos os cuidados que envolvem a limpeza. Por isso, é indicado retirar apenas a cera do lado externo do ouvido, quando já está visível ou enxugar a região com a toalha depois do banho.

Para mais informações sobre a MAPFRE Saúde, basta acessar o site www.mapfresaude.com.br; e para conhecer as atividades do CESVI BRASIL, acesse www.cesvibrasil.com.br.


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