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Volkswagen do Brasil é movida a energia elétrica 100% limpa

Como a Volkswagen do Brasil poderia contribuir ainda mais com a sustentabilidade? A empresa apostou no uso de energia elétrica 100% renovável. Ao renegociar seus contratos de compra de energia elétrica, a empresa incluiu uma cláusula que faz toda diferença: 100% da energia fornecida à Volkswagen do Brasil deve ser limpa, de fontes renováveis, neste caso, provenientes de hidrelétricas.

“A decisão de abastecer as fábricas da Volkswagen do Brasil com energia elétrica 100% limpa é uma iniciativa inovadora e que demonstra o compromisso da empresa com a sustentabilidade ambiental. Com essa ação, já registramos um ganho ambiental significativo”, afirmou o diretor de Engenharia de Manufatura da Volkswagen do Brasil, Celso Placeres. Só para imaginar o impacto positivo dos contratos – que acabam de completar seu primeiro aniversário -, é como se a empresa plantasse 166.118 árvores de 2016 a 2018.

E o que é energia elétrica limpa? Um exemplo é quando a produção dessa energia não envolve queima de combustíveis (entre os quais carvão e gás), o que causaria a emissão de gás carbônico (CO2), um dos “responsáveis” pelo Efeito Estufa. Com as hidrelétricas, é assim: a energia é gerada pela pressão da água, que move suas turbinas.

Além de comprar energia elétrica 100% limpa, a Volkswagen do Brasil tem sua própria PCH Anhanguera (Pequena Central Hidrelétrica), localizada no Estado de São Paulo, com capacidade para gerar cerca de 18% da energia consumida pela empresa. A Volkswagen do Brasil é pioneira a investir na geração de energia limpa, entre as montadoras instaladas no País (leia mais, abaixo).

Elevador que gera energia na produção da Volkswagen do BrasilBoas ideias em prol da sustentabilidade

A Volkswagen do Brasil também aposta em diversas ações criativas de uso de energia renovável em suas fábricas. Conheça alguns exemplos:

Elevadores que geram energia: Imagine elevadores capazes de gerar energia elétrica. Sim, eles existem na Volkswagen do Brasil, em áreas produtivas das fábricas Anchieta (em São Bernardo do Campo – SP), Taubaté (SP) e São José dos Pinhais (PR). Para explicar seu funcionamento, vamos pegar um exemplo da Armação (onde é feita a montagem das carrocerias) da Anchieta; nesta área, os elevadores “transportam” a carroceria. Quando o elevador sobe, gasta energia elétrica normalmente; mas quando desce, o sistema transforma essa energia mecânica em energia elétrica, a qual é lançada na rede da fábrica para uso em outros processos.

Rodagem também produz energia: Antes de sair da Montagem Final, os veículos passam pelo teste de rodagem: são acelerados sobre rolos. Nas fábricas Anchieta e de São José dos Pinhais, esse teste é capaz de produzir energia. Como funciona? Os rolos têm um eixo ligado a um motor, que converte a energia mecânica em elétrica, a qual é devolvida à rede da fábrica para uso em outros processos.

Restaurante com aquecimento solar: na fábrica de motores da Volkswagen do Brasil, em São Carlos, o restaurante recebeu painéis solares que geram energia para o boiler (equipamento que ajuda a aquecer a água para ser usada na lavagem de louças). Esse sistema, como um todo, é híbrido, pois usa energia solar junto com aquecimento a gás.

Volkswagen do Brasil é pioneira do setor a investir em energia limpa

Pioneira a investir na geração de energia limpa entre as montadoras instaladas no País, a Volkswagen do Brasil tem sua própria PCH Anhanguera (Pequena Central Hidrelétrica), localizada no rio Sapucaí, um afluente do rio Grande, entre as cidades de São Joaquim da Barra e Guará (SP). A PCH Anhanguera tem capacidade para gerar cerca de 18% da energia consumida pela empresa.

A pequena hidrelétrica trabalha com três turbinas, com potência instalada de 22,68 MW, com capacidade para gerar aproximadamente 100.000 MWh/ano, o suficiente para abastecer, por exemplo, 85% da cidade de São Joaquim da Barra (50 mil habitantes). Desde quando foi inaugurada, em março de 2010, a PCH gerou um total de 513.036,33 MWh, até o fechamento de 2016.

Em 2012, a usina recebeu a aprovação da ONU (Organização das Nações Unidas) para seu projeto de Certificação de Emissões Reduzidas (CER), mais conhecido como Créditos de Carbono. Esse certificado atesta que a usina hidrelétrica é uma iniciativa sustentável de geração de energia, que contribui para reduzir a emissão de gases causadores do Efeito Estufa. A PCH Anhanguera, também conhecida como Celan (Central Elétrica Anhanguera S.A.), é resultado de uma parceria entre a Volkswagen do Brasil, a Seband e a Pleuston.

PCH Anhanguera é exemplo de preservação ambiental

A PCH Anhanguera e seu entorno são exemplos do cuidado que a Volkswagen do Brasil tem com o meio ambiente. Antes mesmo da construção da usina, a empresa concentrou esforços para minimizar impactos ambientais na área. Foram feitos estudos a respeito de educação ambiental, proteção, recuperação e manutenção da qualidade da água e dos solos, da fauna local e da flora regional. Ações no entorno da obra contribuíram com a preservação dos animais (principalmente os ameaçados de extinção) e recuperaram a mata nativa, permitindo o perfeito equilíbrio ecológico da região.

Cerca de 450 mil árvores foram plantadas para proteger e sombrear o lago que alimenta a usina; dessa forma, foi criado um cinturão verde. Durante o processo de catalogação das espécies vegetais foi encontrada uma bromélia, a Aechmea setigera, que era considerada “presumivelmente extinta”. O último registro de ocorrência da espécie era de 1936. Na PCH, ela foi resgatada e realocada no entorno do próprio lago.

Um Centro de Triagem de Animais Silvestres foi criado durante a construção da PCH Anhanguera para exames laboratoriais e quarentena de espécies encontradas nas áreas ligadas à usina. Os animais da área continuam sendo monitorados e preservados. Para acompanhar o ecossistema da região, foi realizado também o Programa de Conservação e Monitoramento da Fauna de Vertebrados Terrestres, minimizando alterações no ecossistema da região. O corredor de biodiversidade criado pelo reflorestamento e preservação das espécies permitiu que os animais circulassem livremente entre as cidades, contribuindo com o equilíbrio natural. O trabalho de catalogação de animais identificou 96 espécies de peixes; 47 espécies de anfíbios e répteis; 48 espécies de mamíferos; 80 de aves, entre outros.

Para garantir a reprodução no rio Sapucaí, foi construída a ‘Escada de Peixes’, acoplada à barragem da PCH Anhanguera, a qual possibilita que as espécies subam o rio na Piracema, que é a época de desova. O monitoramento da qualidade da água é outra atividade constante.


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