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IBL Logística aposta no transporte de produtos orgânicos

Aquecido e em expansão, o mercado nacional de produtos orgânicos registra crescimento de 30% ao ano, segundo o Projeto Organics Brasil, referência no assunto. Apesar de ser visto como uma tendência recente, o tema não é novidade para a IBL Logística, que foi a primeira empresa a transportar produtos orgânicos no Brasil, atendendo a pioneira Native, hoje maior produtora de açúcar e álcool orgânico do mundo.

“Quando começamos, em 2000, todos achavam loucura investir nesta área; na época, a abraçou a ideia e juntos fizemos a primeira distribuição de orgânicos na categoria de mercearia seca no país”, relembra Hélio da Silva, gerente comercial da Native no Brasil.

Atualmente, com 17 anos de know-how no segmento e ainda atuando em parceria com a Native, a IBL Logística atende grandes empresas do ramo alimentício e projeta crescimento mínimo de 30% na logística de produtos orgânicos.

Para atender a demanda da área, que envolve uma série de pré-requisitos, a transportadora conta com armazém com capacidade para 20 mil posições pallets, áreas climatizadas com sistema de monitoramento e controle de temperatura 24 horas por dia, durante sete dias por semana; além de programa digital para rastreio de lote e validade de produtos, que garante o controle de qualidade da mercadoria do momento em que sai da fábrica até a entrega final no ponto de venda.

“A expertise nas peculiaridades do segmento aliada à estrutura física adequada e certificações técnicas é o que tem nos levado ao sucesso no trabalho com produtos orgânicos”, explica Jonatas Spina Borlenghi, diretor presidente da IBL Logística, que já é referência no transporte de produtos sensíveis, como remédios, e possui sete certificações para lidar com alimentos orgânicos. Entre elas, o selo IBD Orgânico, que utiliza critérios de avaliação europeus e é um dos mais importantes da América Latina.

Com uma frota de mais de 400 veículos totalmente rastreáveis, de pequeno, médio e grande porte, a IBL Logística transportou, no ano passado, mais de 100 mil toneladas de alimentos, sendo 12 mil só de orgânicos, com ligação direta a vários modais, entre eles o rodo-aéreo.


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