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Lei da etiquetagem dos pneus completa 8 meses. Anip tira dúvidas sobre a nova regra e sobre os critérios da etiqueta

Escolher o pneu ideal está cada vez mais fácil. A lei da etiquetagem de pneus entrou em vigor em outubro de 2016 e desde então os fabricantes de pneus nacionais e importadores já fornecem a etiqueta que classifica os pneus em três critérios: resistência ao rolamento, aderência em piso molhado e ruído externo.

A mudança envolve toda a cadeia de consumo de pneus: fabricantes, pontos de venda e o próprio consumidor, que tem acesso mais fácil a uma importante ferramenta de informação. Como parte do processo de implantação do regulamento, até abril de 2018 podem ser comercializados nos pontos de venda os pneus com e sem etiqueta. Para falar sobre essa fase de transição, a ANIP (Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos) elencou três dúvidas frequentes sobre a lei da etiquetagem dos pneus.

Quais pneus têm esta etiqueta?
Por determinação do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia), a etiquetagem passou a ser obrigatória para todos os pneus radiais de passeio, comerciais leves, caminhões e ônibus produzidos no Brasil ou importados a partir de 29 de outubro de 2016.

É possível encontrar pneus novos sem etiqueta?
Sim. Os pneus novos comercializados sem etiqueta foram fabricados antes de 29 de outubro de 2016 e podem ser vendidos normalmente até abril de 2018.

Os pneus de carros 0km vêm com etiqueta?
O regulamento não exige a colocação da etiqueta em pneus que serão montados como equipamento original em carros 0km.

Como são avaliados estes critérios?
As notas atribuídas pelos fabricantes e importadores são auditadas anualmente pelo Inmetro. Além dos critérios presentes na etiqueta, os pneus apresentam outras performances, não avaliadas pela etiquetagem, mas que correspondem às expectativas do consumidor, como conforto, durabilidade, dentre outras que podem ser consultadas durante a compra nos pontos de venda.

Os critérios avaliados

Resistência ao rolamento
Está diretamente relacionado à eficiência energética, uma vez que mede a energia absorvida quando o pneu está rodando. Com isso, quanto menor for a resistência ao rodar, menor será o consumo de combustível e, consequentemente, menor será o impacto ao meio ambiente (emissão de CO2).
Na etiqueta, os pneus serão classificados em até sete níveis, sendo A o mais eficiente e G o menos eficiente.

Aderência em pista molhada
É um indicador do desempenho que fornece informações ao consumidor a respeito da aderência do pneu em pistas molhadas, essencialmente relacionado à segurança. As escalas de desempenho serão de A (melhor desempenho) até G.
Essa classificação indica o nível de aderência do pneu em pista molhada, que se traduz na distância percorrida pelo veículo durante a frenagem.

Ruído externo
Indica o nível do ruído produzido pelos pneus em decibéis (dB) e, consequentemente, o impacto no meio ambiente (menos poluição sonora). Este critério deve ter como limite máximo até: 75 dB para pneus de veículos de passeio, 77 dB para pneus de veículos comerciais leves e 78 dB para pneus de caminhões e ônibus.


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