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“Expedição Nissan: À procura do início do Brasil” enfrenta asfalto, terra e areia rumo aos sítios de arte rupestre da Serra da Capivara, no Piauí

O primeiro dia da segunda etapa do projeto “Expedição Nissan: À procura do início do Brasil” começou, ontem, em Petrolina, Pernambuco, e percorreu um total de 440 km em direção ao Piauí passando pelo norte do estado da Bahia. Jornalistas e convidados se aventuraram pelo asfalto, trilhas de terra e até dunas de areia rumo ao Parque Nacional da Serra da Capivara, localizado na região da cidade de São Raimundo Nonato, no Piauí, e reconhecido pela UNESCO como Patrimônio Mundial. Com um conjunto de chapadas e vales, o local abriga mais de 900 sítios arqueológicos com pinturas e gravuras rupestres, além de outros vestígios do cotidiano pré-histórico com até 50 mil anos. A frota de Nissan Frontier contará com uma novidade: a versão SE, recém-lançada no mercado brasileiro e que se junta ao modelo LE na aventura.

Os aventureiros enfrentaram terrenos acidentados de diversos tipos e passaram por lugares de beleza ímpar como a Barragem de Sobradinho e o parque eólico Pedra do Reino. Na sequência do trajeto, a frota de Nissan Frontier enfrentou as dunas de Casa Nova, local onde ficava a cidade com o mesmo nome que foi coberta pelas águas da barragem na década de 1970. Depois a caravana seguiu rumo ao Parque Nacional da Serra da Capivara.

Expedição Nissan FrontierO projeto da Nissan é uma volta às origens do Brasil. Por isso, os jornalistas e convidados que integram esta aventura poderão conhecer diferentes sítios de arte rupestre e ver o trabalho dos profissionais e pesquisadores que ajudam a mantê-los. Os participantes da expedição conduzem uma frota de 14 picapes Nissan Frontier, geração totalmente nova do modelo, que chegou ao Brasil em março e capaz de enfrentar todo tipo de terreno para chegar aos locais onde viveram os primeiros brasileiros.

A importância mundial da Serra da Capivara pode ser expressada em números. São mais de 900 sítios arqueológicos com arte rupestre. A representação mais antiga da região tem 29 mil anos. Lá também foram encontrados os primeiros vestígios da atividade humana na América do Sul: restos de fogueiras datados de mais de 50 mil anos atrás.

Na etapa inicial, realizada no mês de setembro, o primeiro grupo de expedicionários rodou cerca de 850 quilômetros visitando alguns dos principais sítios arqueológicos da região da Serra do Cipó, em Minas Gerais.

“Expedição Nissan: À procura do início do Brasil”

Toda essa riqueza cultural vai ao encontro da ideia central da “Expedição Nissan: À procura do início do Brasil”, que é reforçar cada vez mais o compromisso da marca de estar cada sempre conectada ao dia a dia dos brasileiros. Para isso, a fabricante une os seus produtos com ações que contribuam com o país. No caso, divulgar o rico acervo de pinturas rupestres do Brasil, que muitas vezes é mais conhecido e admirado por estrangeiros do que pelos brasileiros, e a pesquisa científica realizada neles.

Em 2014, a Nissan inaugurou seu Complexo Industrial brasileiro, em Resende (RJ) e, desde então, se integra cada vez mais a sociedade e apoia o desenvolvimento social e cultural do país. “Acreditamos que existem pontos importantes de nossa história, e o trabalho de muitos brasileiros, que são pouco conhecidos da população. Por isso, decidimos iniciar expedições temáticas para levar convidados e jornalistas a ver de perto toda a riqueza da história do Brasil e ajudar a divulga-la. Poderíamos mostrar nossos produtos de outra maneira, mas acreditamos que podemos fazer isso também realmente apoiando a nossa cultura”, afirma Rogério Louro, diretor de Comunicação Corporativa da Nissan do Brasil.

Para chegar aos destinos de cada etapa, o grupo de expedicionários vai conduzir a nova Nissan Frontier, modelo que começou a ser vendido no mercado brasileiro em março deste ano. Além da modernidade, do design totalmente novo e robusto, a peça-chave da 12ª geração da Nissan Frontier é a estrutura ainda mais resistente, com um chassi reforçado, quatro vezes mais forte, ao mesmo tempo que é mais leve e eficiente. Com oito barras transversais, conta com um outro chassi sobreposto por dentro com soldas contínuas, chamado de duplo “C”. Assim, o veículo fica ainda mais resistente às tensões da torção da carroceria.

E a Nissan Frontier é mais do que força, por isso uma combinação de tecnologias permite extrair o máximo em desempenho no fora-de-estrada e garantir uma condução confortável, enquanto itens inéditos para o modelo estão a serviço do condutor. Entre eles, o Controle Automático de Descida (HDC) e o Sistema de Auxílio de Partida em Rampa (HSA). Ambos sistemas atuam automaticamente nos freios do veículo para controlar descidas íngremes ou saídas do carro da imobilidade em subidas.

A linha da Nissan Frontier acaba de ser reforçada com o lançamento da segunda versão, a SE, que também foi integrada a frota da Expedição. A nova versão conta com cabine dupla, tração 4×4 e o novo e moderno motor diesel 2.3 com duplo turbo. A Nissan Frontier é vendida em 33 mercados da América Latina e é um dos modelos mais vendidos da marca na região.


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