Dados dos Simuladores de Direção no Brasil

Simuladores de Direção no País

Ano Implantação
Aulas Aplicadas
Simuladores Instalados

São Paulo
2015
7,9 milhões.
1,5 mil

Região Sul
2014
2,6 milhões
700

Região Sudeste
2015
10,5 milhões
2,5 mil

Região Norte
2014
250 mil
150

Região Nordeste
2015
2,3 milhões
900

Centro-Oeste
2015
300 mil
*

Fonte: ANFASP

A tecnologia contribui, a cada dia mais, com o aumento da segurança em diversos ambientes e setores da sociedade, e com a formação de motoristas não é diferente. Nos últimos anos, as evoluções no processo de obtenção e reciclagem da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) vão desde cursos digitais, que podem ser realizados na modalidade de educação a distância (EAD) até as aulas em simuladores de direção veicular e o monitoramento de aulas e exames práticos, com transmissão, inclusive, em tempo real para os órgãos oficiais de trânsito.

Essas mudanças são determinantes para garantir mais segurança não apenas aos alunos, candidatos à CNH, mas também aos profissionais dos Centros de Formação de Condutores (CFCs), responsáveis por sua formação, além de contribuírem diretamente para o aumento na qualidade do aprendizado.

Em contraponto a esse processo, está um problema estrutural e crescente do Brasil: a falta de segurança pública, principalmente nas grandes cidades e no período noturno. Nesse sentido, o simulador de direção veicular surge como uma solução para alunos e instrutores.

Segundo determina o Conselho Nacional de Trânsito, todos aqueles que desejam obter a CNH na categoria B devem realizar cinco aulas práticas em período noturno, sendo uma, obrigatoriamente, no simulador de direção veicular. Porém, o Contran permite que os alunos optem pela realização de mais três aulas no equipamento, restando assim, apenas uma das aulas a ser realizada nas ruas.

Segundo Renata Herani, presidente do Conselho Deliberativo da Associação Nacional dos Fabricantes de Simuladores Profissionais (ANFASP), no simulador, aluno e instrutor realizam as aulas em ambiente seguro, durante o dia, já que o sistema permite representar o período noturno, independentemente do horário. “Considerando os riscos ao quais os alunos estão expostos, visto que não têm experiência, conduzem em velocidade reduzida e têm diversos momentos de parada, as aulas no simulador são uma alternativa indicada”, explica.

‘Evitar’ as ruas se torna uma alternativa diante da situação da segurança pública no país e uma opção para garantir a integridade dos futuros motoristas da Região Centro-Oeste.

Presença dos simuladores

Desde a implantação do simulador de direção veicular como nova etapa no processo de formação de motoristas, em 2015, a Região Centro-Oeste já conta com mais de 300 mil aulas aplicadas em centenas de simuladores instalados em cerca de 300 CFCs de 130 cidades.

São mais de 60 mil alunos aprendendo e instrutores ensinando em segurança, garantindo não apenas um aprendizado de qualidade, como uma formação de condutores mais capacitados e conscientes de seu papel no trânsito, contribuindo para a construção de uma mobilidade humana cada vez mais inteligente e segura.

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