Quem desconstrói biografias prejudica a democracia, diz Marina em resposta sobre PT

A candidata Marina Silva (Rede) disse nesta terça-feira (28) que está aberta a debater com rivais e afirmou que não vetou a presença de Fernando Haddad (PT) em sabatina promovida pelo jornal O Estado de S. Paulo e pela Faap.

Segundo ela, sua equipe só se queixou com a organização do debate porque a regra era que seriam convidados só os cabeças de chapa e, como o ex-prefeito é vice da candidatura de Lula (PT), a presença dele estaria em desacordo com o previsto.

“A campanha do Haddad foi que decidiu que ele não seria o titular”, disse a presidenciável no término do evento.

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“O que nós dissemos para os organizadores do debate foi que, se era possível um vice participar, eu iria mandar o meu [Eduardo Jorge], porque assim eu conseguiria preservar a agenda que eu já estava organizando”, afirmou.

A ex-senadora disse estar “aberta para debater com os candidatos, de acordo com as regras legais”.

Nesta segunda (27), o perfil de Lula no Twitter insinuou que a adversária estaria com medo de debater com Haddad.

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“Jamais usarei de qualquer expediente para desconstruir biografias”, respondeu Marina diante de pergunta da reportagem sobre o risco de uma reedição da agressiva campanha do PT contra ela na eleição de 2014.

“É claro que os que praticaram desconstruções de biografias sabem que isso é um grande mal para a nossa democracia. E é por isso que eu preservo o debate, não o embate”, afirmou ela, sem citar partidos ou nomes.

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