Segundo suspeito de ataque é liberado; agressor confesso pode ser ouvido hoje

A Polícia Federal informou nesta sexta-feira (7) que um segundo suspeito de envolvimento no ataque contra o candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) ‘foi detido, ouvido e liberado, mas que segue na condição de investigado’. A investigação mostra que o detido não teria ligação com o ataque ao candidato, mas incitação à violência.

Já Adelio Bispo de Oliveira, preso em flagrante por homens da Polícia Federal que faziam a segurança do presidenciável após a agressão, foi transferido da delegacia da PF em Juiz de Fora para um presídio local às 2h desta sexta. 

O flagrante foi lavrado na delegacia de Polícia Federal em Juiz de Fora, no centro da cidade mineira. Há a expectativa de que ele seja ouvido já nesta sexta (7) em uma audiência de custódia na Justiça Federal no município. Em tese, a audiência só ocorreria no próximo dia útil, mas a PF e correligionário de Bolsonaro tentam acelerar o processo. 

As informações são de um agente da PF que integra a equipe que cuida do inquérito e que conversou com a reportagem sob condição de que seu nome não fosse divulgado. De acordo com esse agente, Bispo confessou a agressão. Ele foi autuado no artigo 20 da Lei de Segurança Nacional. 

O artigo diz que é crime com pena de reclusão de três a 10 anos quem “devastar, saquear, extorquir, roubar, sequestrar, manter em cárcere privado, incendiar, depredar, provocar explosão, praticar atentado pessoal ou atos de terrorismo, por inconformismo político ou para obtenção de fundos destinados à manutenção de organizações políticas clandestinas ou subversivas”. 

A lei diz ainda que “se do fato resulta lesão corporal grave, a pena aumenta-se até o dobro”. Em caso de morte, a pena pode ser aumentada em até o triplo da pena inicial.

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