Instituições financeiras fortalecem postura sobre emissões de CO2 na indústria marítima

Os principais bancos de financiamento marítimo se uniram para apoiar uma ação mais rápida para reduzir as emissões de carbono do setor marítim. Em abril, a agência de transporte marítimo das Nações Unidas chegou a um acordo para reduzir as emissões de CO2 em pelo menos 50% até 2050 em comparação com os níveis de 2008, que ficaram aquém das metas mais ambiciosas.

A Organização Marítima Internacional (IMO) está reunida em Londres esta semana para trabalhar em uma estratégia inicial para reduzir as emissões de gases do efeito estufa. Enquanto isso, os banqueiros com linhas de crédito para o setor de navegação se uniram pela primeira vez com o objetivo de impulsionar a iniciativa de descarbonização.

A iniciativa foi liderada pelo Global Maritime Forum (GMF), uma fundação internacional sem fins lucrativos que tenta promover mudanças na indústria naval

O GMF disse que estava trabalhando com instituições financeiras, armadores e outros órgãos “em um conjunto de princípios para a inclusão do alinhamento climático e considerações sobre risco climático nas decisões de empréstimo”.

A instituição disse que os cortes de gases de efeito estufa da indústria de navegação exigiriam “reduções absolutas” nas emissões de carbono para acomodar um crescimento esperado no comércio global.

Os bancos envolvidos incluem o DNB da Noruega, o KfW IPEX-Bank da Alemanha e o Societé Generale. Os bancos fazem parte de 46 empresas que se juntaram à GMF, que também incluem as empresas Cargill, Trafigura e armadores, como AP Moller Maersk e Euronav.

A IMO estabeleceu regras que proibirão os navios de usar combustíveis com teor de enxofre acima de 0,5% a partir de 1º de janeiro de 2020.

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